Quem nunca
realizou um brinde? Final de semana, em uma mesa de bar, após um brinde,
resolvi trocar o título do blog para “A Arte de Brindar”, pois tenho esse
costume que levo comigo por anos e quero levar a minha futura geração.
O que eu nunca
tinha parado para refletir, era na origem do “Brinde”. Mas com a ajuda de
amigos, em uma roda de bar, sempre é um bom lugar para se pensar e refletir.
Hoje, com a ajuda da internet, pesquisei a sua origem. Em várias versões, a
mais cabível, digamos assim, teria sido originado no século IV a.C., na Roma Antiga,
para que os anfitriões mostrassem aos seus convidados que as taças oferecidas
não estavam envenenadas, pois chocavam fortemente as suas taças com seus
convidados, misturando o líquido entre elas.
Mas porque
brindar, nos tempos atuais? O brinde é uma celebração de tempo de paz, um
ritual, talvez bobo, mas vamos utilizar de forma de confraternização, de
amizade, amor e afeto com nossos amigos, em casa ou em uma mesa de bar.
Brinde! Segundo o dicionário online Aurélio, “Significado de Brinde s.m. Palavras que acompanham o, ou o próprio ato de beber à saúde de alguém, ao êxito de um empreendimento, em homenagem a um acontecimento ou a uma data: levantar um brinde. / Presente, dádiva (especialmente quando oferecido, como propaganda, por casas comerciais).”
Gosto da
citação do professor inglês Henry Gerald, “Vamos brindar o dia de hoje, que o
amanhã só pertence à Deus!”, mas depois de analisar e refletir sobre essa arte
de brindar, fico com a minha conclusão: “Um brinde, Quem nunca? Um brinde à existência, um brinde à vida. Um
brinde, uma dádiva, um presente. Tim-tim?”
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